2013-03-24
Enquanto nobres atletas andavam pela Póvoa do Varzim e outro por Lisboa, o Domingueiro tradicional cumpriu-se, com 4 elementos, sendo a estreia de um deles : JR - João Ribeiro.
Foram 25 km, num percurso quase igual ao de à 15 dias, mas sobre muito, muito (repetido de propósito) mais chuva (visivel ...ou não ... :p nas fotos).
Não se parou no "Pele e Osso", o abastecimento foi na ponte, mas julgo que serviu para abrir o apetite de um novo colega que esperemos nos acompanhe muitas vezes.
Lama 130
130km, chuva, lama, vento, água... foi este o menu para batizar mais um Ultra aqui do clube! Parabéns SR!
Póvoa de Varzim, 8h, um pãozinho de cereais com queijo.... 'chuvia a potes' lá fora!
A partida para a ultra maratona do norte estava marcada para as 9h.
300 participantes, a chuva entretanto deu tréguas...
Partimos sem aquecimento e os primeiros km's foram algo penosos... pareciam motos!
No percurso havia sobretudo dois tipos de piso: paralelos ou... lama!
Percorremos os caminhos de Santiago, de Rates a Ponte de Lima, a ciclovia de Ponte de Lima a Viana do Castelo, e novamente os caminhos de Santiago de Viana a Póvoa...132km, 1400 Ac+
Apesar das adversidades climatéricas, do piso pesado, e da 'seca' de praticamente não haver subidas(!), fomos vencendo cada km sempre com boa disposição e focados num único objetivo: chegar bem ao fim!
Assim aconteceu, gerimos o esforço, e chegamos bem dispostos, prontos para outra daqui a uns dias!
Classificações?! Ainda não sairam, no entanto, como sempre, não eram importantes... atingimos um outro objetivo, não fomos os últimos a cortar a meta!
Tempo para uma pequena conversa com o Zeferino, uma espécie de "massa recovery"... e um banho "au point"!
Arrumadas as tralhas (e a lama) houve-se a palavra mágica: "E um bacalhausinho no Tomás!?"
E foi... em bom bacalhau (qual fast recovery qual quê?!), um bom rescaldo e uma boa recuperação!
Valeu SR, já tenho mais um companheiro para alinhar nestas "ultras" aventuras... mas com menos lama!
Póvoa de Varzim, 8h, um pãozinho de cereais com queijo.... 'chuvia a potes' lá fora!
A partida para a ultra maratona do norte estava marcada para as 9h.
300 participantes, a chuva entretanto deu tréguas...
Partimos sem aquecimento e os primeiros km's foram algo penosos... pareciam motos!
No percurso havia sobretudo dois tipos de piso: paralelos ou... lama!
Percorremos os caminhos de Santiago, de Rates a Ponte de Lima, a ciclovia de Ponte de Lima a Viana do Castelo, e novamente os caminhos de Santiago de Viana a Póvoa...132km, 1400 Ac+
Assim aconteceu, gerimos o esforço, e chegamos bem dispostos, prontos para outra daqui a uns dias!
Classificações?! Ainda não sairam, no entanto, como sempre, não eram importantes... atingimos um outro objetivo, não fomos os últimos a cortar a meta!
Tempo para uma pequena conversa com o Zeferino, uma espécie de "massa recovery"... e um banho "au point"!
Arrumadas as tralhas (e a lama) houve-se a palavra mágica: "E um bacalhausinho no Tomás!?"
E foi... em bom bacalhau (qual fast recovery qual quê?!), um bom rescaldo e uma boa recuperação!
Valeu SR, já tenho mais um companheiro para alinhar nestas "ultras" aventuras... mas com menos lama!
Sem stress...
2013-03-10
Tinha se combinado uma volta domingueira sem stress e cumpriu-se.
Partimos folgados. Andamos folgados. E chegamos folgados (e molhados).
Com o tempo a ajudar, o arranque da volta de 25 km foi essencialmente feita em plena cavaqueira:
e a pedido, não faltou a foto da praxe.
Já a meio caminho, começou-se a planear o próximo "Camiño", com direito a testar o material, as ferramentas e os tempos em box (+/- como na F1, 16 mecânicos mas só 4 é que trocam os pneus).
De volta à pista, lá seguimos para o "Pele e Osso" para comemorar o dia enchendo a barriga ao aniversariante (e não só).
Ainda deu tempo para apanhar uma geocache, logo ao lado, preenchendo o mapa de Melres com mais um Smile.
Já de volta à base uma chuva forte veio abençoar o dia, acompanhada de umas rajadas de vento que serviram para levar a água a todos os "cantos" do corpo. Mas ninguém esmoreceu, antes pelo contrário, foi quando se deu mais ao pedal.
P.S.- A meu desfavor tenho 2 quedas a registar, que serviram para lembrar que o lugar das duas mãos é no volante.
No fim como não podia deixar de ser, o JC presente-ou o aniversariante (e só não teve café pago quem não quis). Parabéns AL.
1ª etapa NGPS - GEO BIKE CHALLENGE
Nada melhor que um relato à 'moda antiga', de uma 'aventura à moda antiga', para 'reativar' este blog!
Haverá mais fotos em breve!
Eram para ser 3, mas um poderoso vírus colocou KO o nosso mais ambicioso atleta para esta façanha, as melhoras SR!
Fomos dois, AL e JP, até Arouca para degustar a proposta dos Ecobikers Porto: 90km com 3100m AC+, menu para a primeira etapa do circuito NGPS.
O Circuito NGPS foi criado em Janeiro de 2011 após conversações entre vários organizadores de eventos com o mesmo principio base, o de criar um conjunto de eventos/passeios de Btt, com razoável grau de dificuldade, com orientação exclusiva por GPS, em autonomia total, e de custos reduzidos quer na organização quer para os participantes.
A ansiedade da primeira vez do JP juntou-se ao meu receio consciente, um pensamento que não me saía da cabeça: 'não estou com treino para isto...'! Assim partimos do centro de Arouca, já devia passar das 8h da manhã!
Os primeiros km foram ultrapassados com calma, em estrada, ritmo moderado, em amena cavaqueira e com a companhia de temperaturas fresquinhas e nevoeiro que não permitia distrações com a paisagem prometida! A entrada nos trilhos fez-se ao km 5 onde passamos por Ameixeira, uma aldeia típica com umas ruas estreitas e bastante inclinadas (foto aqui para breve). Após uma pequena ligação em estrada, entramos de novo no monte, desta vez uma subida bastante técnica e íngreme... uma boa oportunidade para 'aquecer os pés' e controlar o desgaste físico! Rapidamente atingimos os 900m de altitude e estamos no Parque de campismo do Merujal.
O próximo ponto de interesse estava a 2km de distância, a Frecha da Mizarela... O denso nevoeiro escondeu a beleza desta cascata. Como já era conhecida de ambos, optamos por seguir caminho e não 'registar' o momento...
A passagem pelo planalto da Serra da Freita foi marcada não só pela beleza dos trilhos, mas sobretudo pela companhia ora das Eólicas, ora dos animais pastantes e 'quase' ameaçadores!!!
Ao km22, a divisão do percurso: ou 90 ou 45. Nós viemos para os 90, é 90 que será! Neste ponto a organização surpreendeu os participantes com laranjas, bananas e água... não estavam previstos abastecimentos, Obrigado pelo alento Ecobikers!!
Os km seguintes foram de descida, ou em estrada, ou em trilhos divertidos onde a vontade de arriscar era bastante... Chegamos a Cabreiros, pequena aldeia 'enfiada' entre a Freita e S. Macário, onde estava prevista a nossa primeira paragem de 10/15min. Sande de presunto no café Madureira: " E andei eu a comprar dúzias de pão fresco e a ligar a melhor máquina de café das redondezas, sim porque máquina igual a esta por aqui não encontram!!" Dizia o Sr Madureira enquanto se queixava que o avisaram que iriam passar ali '200 e tal' pessoas e que até ao momento ninguém tinha parado. Realmente, enquanto comemos, vimos muitos companheiros a passar e andar...O presunto era realmente bom!
Daqui até Covelo de Paivo, percorremos uma descida a cortar toda a encosta da Freita olhando para a encosta de S. Macário, com o rio Paivo no vale... paisagens deslumbrantes (não há fotos, foi sempre a descer...)!
Em Covelo de Paivo tinha início a subida que, à partida, seria a mais dura do dia. Conhecendo a Serra de S. Macário de outras andanças, sabia que as inclinações poderiam fazer mossa... primeiro em estrada, depois em trilhos, subimos dos 300 aos 900m de altitude em cerca de 7km. Perto do final da subida, mais uma surpresa dos ecobikers... desta vez com letria!!! uiiii!
Daqui até Regoufe, passamos pela chamada Fuga 1... Mas como era para 'regoufar' até ao fim, esquecemos a palavra 'fuga' por hoje!
Em Regoufe, a segunda paragem... desta vez para 'almoçar', durante cerca de 20min 'regoufamos' mais um presunto e a boa da cocacola, enquanto se debatia a melhor forma de encarar a subida em frente que nos levaria até à mágica Drave...
Depois de 'almoçados', a subida foi encarada com calma e descontração...!!
Segundo a velha máxima, depois da uma subida, há sempre uma descida... Esta, para Drave, tem tanto de divertido como perigoso! Ainda fizemos algumas partes em cima da bicicleta, mas a prudência levou-nos a apear algumas vezes...
Estamos em Drave, a aldeia mágica... sem palavras!
A visão da 'fila' de bttistas que subiam a sair da aldeia, aumentava a vontade de ficar por aqui, a desfrutar da magia...e a dar descanso a corpo e bike!!
A subida à saida de Drave é feita incontornavelmente a pé... enquanto se vai apreciando a aldeia de uma posição cada vez mais elevada. A partir de uma certa altura o caminho já se faz pedalando... haja pernas!
A dureza/magia da subida fez mossa! As pernas começaram a dar os primeiros sinais! Ainda bem que a organização, no cimo do São Macário, colocou umas bananinhas e uma laranjas para repor o 'magnésio'! Quantas bananas comeste JP?!? Eu nesta altura já ía em 5!
Ultrapassamos o planalto do S Macário a velocidade cruzeiro, enquanto espreitamos a aldeia da Pena... 'Havemos de cá trazer o SR e o resto da malta!'
Os km's seguintes estavam recheados de boas descidas, onde cruzamos uma extensa plantação de pinheiros (coisa rara em pt), e de paisagens arrebatadoras.. à esquerda (S. Macário, Freita...) e à direita (Montemuro, etc), mas o melhor era olhar em frente senão... furo lento, este foi (quase) o único problema que tivemos com as bikes... esta descida não perdoou! Com a ajuda do Co2, lá repusemos a máquina a andar!
No final da descida... por onde é!?! Um riacho, com uma corrente respeitável para atravessar! Opção 1 - molhar os pés, sapatos, etc. Opção 2 - molhar só os pés!
Quase que o JP tinha que fazer os restantes km's descalço!!!
Uma subida mais, uma outra descida, e acabou-se o monte... estamos ao km 74 e agora é sempre pela estrada até Arouca! Eram quase 18h!
Ainda faltavam duas boas subidas até ao destino, no entanto, uma sensação de realização começou a invadir as nossas mentes! Puxa daqui, puxa dali... tentava esquecer-me que a minha roda traseira quase não rolava... e fomos buscar as poucas forças restantes para tentar chegar a Arouca sem ligar as luzes... não arriscamos, e quando faltavam apenas 3km's, ligamos as lanternas, uma vez que o 'lusco-fusco' já se transformava em noite e os carros já apareciam com mais frequência.
Pelas 19h degustamos o último prato servido pelos ecobikers: bolo e vinho do porto com sabor a vitória!
Parabéns Ecobike Porto pela organização, a fasquia está agora muito alta!
Obrigado JP pela excelente companhia e paciência!
Regoufamos ou não regoufamos!?!
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